Acordei...
Um sentimento de alegria encheu-me o coração. Sabia ser mentira, mas enganei-me e deixei continuar a ilusão. Como que se a janela do quarto estivesse aberta e juntamente com a luz do sol da manhã entrava também uma frescura habitual a ti...
Sonhei contigo, e acordei a sentir-te ali...e relembrei...
O cheiro dos teus cabelos pretos na almofada ao lado da minha, o brilho escuro deles que me ilumina o coração. Recordei o seu ondular encanto saltitavas em travessuras e fugias alegremente de mim.
Recordei, a seda da tua pele que me suavizava o meu espírito, e a forma quente como conseguia aconchegar-te no meu braço enquanto dormias.Recordei como me sentia o dono do mundo por imaginar ser o teu protector, mesmo quando mostravas a tua força perto da minha inutilidade.
Recordei a simplicidade e a alegria com que te passeavas apenas com uma camisa minha, o estado de loucura apaixonada em que ficava perante a tua beleza descontraída e natural...e sobretudo recordei a perfeição do nosso abraço perdido de paixão.
Recordei as brincadeiras ao pequeno almoço, a cumplicidade nos olhares em volta de estranhos...a forma como brincavas comigo e num simples relance dum olhar maroto, me mostravas, que eu e tu sabiamos algo que mais ninguém via...eramos só nós e em segundo plano o mundo.
E mesmo nesta ilusão...confrontado com a realidade de já não te ter...passei um dia perfeito a respirar com o coração o ar destas recordações...
Beijo Doce
oPA
Friday, May 30, 2008
Sunday, April 06, 2008
Um Sorriso...
São minimos os segundos que passeiam na minha memória as imagens que relembro de ti...
O sol quente abraça-me a pele e os olhos piscam com o seu brilho. Caminho lentamente recordando a cada passo, cada arrepio que sinto com um beijo teu... cada tremor ao tocar a tua pele... cada estremecimento no coração quando te vejo saír...
...e recordo com felicidade e por breves instantes de cada vez, a inocência, a sinceridade, a paixão verdadeira daquele sorriso que vi por instantes numa tarde perdida de amor.
Beijo doce...a recordar o que senti.
oPA
O sol quente abraça-me a pele e os olhos piscam com o seu brilho. Caminho lentamente recordando a cada passo, cada arrepio que sinto com um beijo teu... cada tremor ao tocar a tua pele... cada estremecimento no coração quando te vejo saír...
...e recordo com felicidade e por breves instantes de cada vez, a inocência, a sinceridade, a paixão verdadeira daquele sorriso que vi por instantes numa tarde perdida de amor.
Beijo doce...a recordar o que senti.
oPA
Thursday, April 19, 2007
Será Um Adeus?
Tenho a certeza que sim... é um vazio que já se instala no peito e um aperto no coração que doi ao tentar preencher a falta que já fazes.
A vida corre sem parar e as encruzilhadas sobrepõem-se e levam-nos a cruzamentos de decisões que não queremos mas que as temos de tomar.Neste cruzamento da nossa vida chegou a hora de virar para lados opostos...e com a distãncia geográfica e com a distência emocional apenas fica o espaço enorme de tão grande amizade e... sim... tenho a certeza que é um adeus...
É um adeus à segurança de que mesmo sem te ver estavas lá para me apoiar...
É um adeus à alegria do teu sorriso que encontravas sempre no momento crucial da minha tristeza...
É um adeus ao conforto que me davas, mesmo quando não o tinhas para ti...
É um adeus às palhaçadas e brincadeiras inconsequentes, necessárias às ultrapassegens dos momentos menos bons da vida...
É um adeus ao pilar que estrutura todo um grupo de mana(o)s...
É um simples e triste adeus...
Fica a tristeza da tua ausência...
Fica a alegria e o desejo de saber que vais para melhor a caminho da felicidade... Fica a recordação e o conforto de uma amizade...
Beijo Doce
oPA
A vida corre sem parar e as encruzilhadas sobrepõem-se e levam-nos a cruzamentos de decisões que não queremos mas que as temos de tomar.Neste cruzamento da nossa vida chegou a hora de virar para lados opostos...e com a distãncia geográfica e com a distência emocional apenas fica o espaço enorme de tão grande amizade e... sim... tenho a certeza que é um adeus...
É um adeus à segurança de que mesmo sem te ver estavas lá para me apoiar...
É um adeus à alegria do teu sorriso que encontravas sempre no momento crucial da minha tristeza...
É um adeus ao conforto que me davas, mesmo quando não o tinhas para ti...
É um adeus às palhaçadas e brincadeiras inconsequentes, necessárias às ultrapassegens dos momentos menos bons da vida...
É um adeus ao pilar que estrutura todo um grupo de mana(o)s...
É um simples e triste adeus...
Fica a tristeza da tua ausência...
Fica a alegria e o desejo de saber que vais para melhor a caminho da felicidade... Fica a recordação e o conforto de uma amizade...
Beijo Doce
oPA
Friday, February 02, 2007
379 - Agonia...
Recordo desesperado os teus labios carnudos encostados aos meus...sinto na memória o teu quente respirar que me toca por dentro da alma e faz estremecer o meu coração. Vejo de olhos fechados momentos de ternura e carinho em que os nossos corpos unidos são um uníssono de êxtase.
Recordo gargalhadas de brincadeiras nos lençois, e tento abafar a dor no coração de te ter longe.Tento abafar a tristeza com memórias do teu sorriso e procuro em vão na almofada fria o toque quente da tua pele.
Relembro um beijo dado a medo num vão duma escada frio e desnudado que quente se tornou com a paixão ardente que daí surgiu...Sofro ao passar e a sentir o desprezo da mármore num local que tanto calor deu ao meu coração.
E com recordações vivo da incerteza da tua vontade, sinto o teu amor perto do coração e longe da razão...sinto a tua distância... e com recordações aproximo-me do teu carinho e afago o meu triste coração. Com o relembrar vou respirando a tua essência gravada na minha memória e espero impotente pela tua vontade em me encontrares...
És a minha vontade, és o meu destino, és todo o meu carinho...e eu sou a agonia de não te ter aqui. No frio da noite sou a agonia de estar só e...tu não!
Beijo doce
oPA
Recordo gargalhadas de brincadeiras nos lençois, e tento abafar a dor no coração de te ter longe.Tento abafar a tristeza com memórias do teu sorriso e procuro em vão na almofada fria o toque quente da tua pele.
Relembro um beijo dado a medo num vão duma escada frio e desnudado que quente se tornou com a paixão ardente que daí surgiu...Sofro ao passar e a sentir o desprezo da mármore num local que tanto calor deu ao meu coração.
E com recordações vivo da incerteza da tua vontade, sinto o teu amor perto do coração e longe da razão...sinto a tua distância... e com recordações aproximo-me do teu carinho e afago o meu triste coração. Com o relembrar vou respirando a tua essência gravada na minha memória e espero impotente pela tua vontade em me encontrares...
És a minha vontade, és o meu destino, és todo o meu carinho...e eu sou a agonia de não te ter aqui. No frio da noite sou a agonia de estar só e...tu não!
Beijo doce
oPA
Wednesday, January 10, 2007
346 Choro...
Os teus cabelos negros não me saem da cabeça, a doçura do teu cheiro e o carinho do teu toque persegue-me. Tento afastar-te dos meus pensamentos, mas a voluptuosidade e o fresco ondular do teu corpo está sempre presente na minha mente.
Trabalho só no meio de tantos, absorto nas minhas recordações. Lentamente percorro o teclado na tentativa de conseguir exprimir o que me destroi o coração, mas sem sucesso, sinto a visão a turvar-se com o peso ardente de lágrimas que tentam escapar.
Maldigo a sina e o tempo desencontrado em que te conheci, revolto-me com o desperdício de oportunidade em me ter cruzado no teu caminho e em não ter andado a teu lado. Fomos em direcções opostas, seguimos dois destinos e com tristeza vejo o nosso destino juntos perdido num horizonte inexistente...
Choro pelo teu sorriso que não vejo...
Choro pelas tuas palavras que não ouço...
Choro pelo veludo da tua pele que não toco...
No meio de lágrimas tristes, um sorriso percorre os meus lábios com a recordação de um beijo teu e agradeço ao malfadado destino que me enriqueceu em te ter conhecido.
Beijo doce e agora... Distante...
oPA
Trabalho só no meio de tantos, absorto nas minhas recordações. Lentamente percorro o teclado na tentativa de conseguir exprimir o que me destroi o coração, mas sem sucesso, sinto a visão a turvar-se com o peso ardente de lágrimas que tentam escapar.
Maldigo a sina e o tempo desencontrado em que te conheci, revolto-me com o desperdício de oportunidade em me ter cruzado no teu caminho e em não ter andado a teu lado. Fomos em direcções opostas, seguimos dois destinos e com tristeza vejo o nosso destino juntos perdido num horizonte inexistente...
Choro pelo teu sorriso que não vejo...
Choro pelas tuas palavras que não ouço...
Choro pelo veludo da tua pele que não toco...
No meio de lágrimas tristes, um sorriso percorre os meus lábios com a recordação de um beijo teu e agradeço ao malfadado destino que me enriqueceu em te ter conhecido.
Beijo doce e agora... Distante...
oPA
Saturday, October 21, 2006
Olá outra vez...
A casualidade do encontro não foi inesperada...ao caminhar apressado pressentia que possivelmente te veria, e interrogava-me qual seria a minha reacção.
Apareceste ao fundo do corredor e imediatamente um desconforto irrequieto se apoderou de mim.Os meus olhos saltitaram freneticamente em vão à procura de um pretexto para evitar o teu olhar. Cruzei inseguro a imensidão azul dos teus olhos e de imediato me perdi no veludo do teu olhar. Senti o calor de uma ternura antes sentida e apoderar-se de mim.
Trémulo avancei para ti, e lutando contra os instintos básicos de protecção consegui cambalear o meu coração até ao pé de ti.
Falamos de banalidades sem interesse, os assuntos perdiam-se no escuro do meu subconsciente, e apenas consegui absorver a frescura da tua voz, o arranhar doce do teu timbre no meu ouvido, a vitalidade do teu sorriso e a profundidade doce do teu olhar que me alcançava a alma.
Afasto-me com o sentimento de perda ao ver-te partir indiferente e casual. Fico só por momentos no meio da multidão confusa, e retomo o meu caminhar inseguro agarrando-me aos minutos em que de relance consegui estar perto de ti.
Beijo Doce e Distante
oPA
Apareceste ao fundo do corredor e imediatamente um desconforto irrequieto se apoderou de mim.Os meus olhos saltitaram freneticamente em vão à procura de um pretexto para evitar o teu olhar. Cruzei inseguro a imensidão azul dos teus olhos e de imediato me perdi no veludo do teu olhar. Senti o calor de uma ternura antes sentida e apoderar-se de mim.
Trémulo avancei para ti, e lutando contra os instintos básicos de protecção consegui cambalear o meu coração até ao pé de ti.
Falamos de banalidades sem interesse, os assuntos perdiam-se no escuro do meu subconsciente, e apenas consegui absorver a frescura da tua voz, o arranhar doce do teu timbre no meu ouvido, a vitalidade do teu sorriso e a profundidade doce do teu olhar que me alcançava a alma.
Afasto-me com o sentimento de perda ao ver-te partir indiferente e casual. Fico só por momentos no meio da multidão confusa, e retomo o meu caminhar inseguro agarrando-me aos minutos em que de relance consegui estar perto de ti.
Beijo Doce e Distante
oPA
Tuesday, October 03, 2006
Parto mais uma vez...
A alegria da viagem é ensombrada pelas saudades que sei que vou sentir. Ainda não parti e já me pesa o coração com a dor da distência que nos vai separar. Não deixo de sentir a tua tristeza silenciosa, como uma amargura presente que me faz sentir culpado pelo que julgo que sofres...
e sofro também.
É uma salada de sentimentos confusos, entre a alegria de partir, a tristeza da saudade... mas sobretudo... a insegurança de te perder...
Vou contigo no coração. Na memória levo o sabor dos teus lábios e o calor do teu corpo... Levo também na bagagem do coração a esperança de te encontrar ao voltar.
Beijo Doce
oPA
e sofro também.
É uma salada de sentimentos confusos, entre a alegria de partir, a tristeza da saudade... mas sobretudo... a insegurança de te perder...
Vou contigo no coração. Na memória levo o sabor dos teus lábios e o calor do teu corpo... Levo também na bagagem do coração a esperança de te encontrar ao voltar.
Beijo Doce
oPA
Friday, September 15, 2006
Preciso amar-te...
Apaixono-me pela frescura da noite que me convida a refugiar-me nos teus braços...
Apaixono-me pelo calor do sol no verão que te traz os ombros desnudados...
Apaixono-me pelos teus labios, suaves e ternos...
Apaixono-me pelo teu sorriso também...
Apaixono-me pelos teus olhos doces, e pelo calor com que me olhas...
Apaixono-me pelo teu corpo, pelas tuas formas e como te enlaças em mim...
Apaixono-me pelas tuas imperfeições, que te tornam única e linda. A tua voz rouca que me risca a alma, a tua barriguinha que acaricia ao tocar-me, o sorriso maroto e desviado com que me acolhes...
Apaixono-me por todos os segundos que passo contigo...
Choro pelo adeus que tenho de dizer... Preciso Amar-te...
...e tu não deixas!
Beijo doce de adeus.
oPA
Apaixono-me pelo calor do sol no verão que te traz os ombros desnudados...
Apaixono-me pelos teus labios, suaves e ternos...
Apaixono-me pelo teu sorriso também...
Apaixono-me pelos teus olhos doces, e pelo calor com que me olhas...
Apaixono-me pelo teu corpo, pelas tuas formas e como te enlaças em mim...
Apaixono-me pelas tuas imperfeições, que te tornam única e linda. A tua voz rouca que me risca a alma, a tua barriguinha que acaricia ao tocar-me, o sorriso maroto e desviado com que me acolhes...
Apaixono-me por todos os segundos que passo contigo...
Choro pelo adeus que tenho de dizer... Preciso Amar-te...
...e tu não deixas!
Beijo doce de adeus.
oPA
Thursday, August 10, 2006
SabOr a Ti...

Um despertar suave, os olhos abrem lentamente e aos poucos apercebo-me da luz e das paredes do meu quarto. Sinto-me repousado e a sensação doce de uma noite bem dormida.
Com o estender de braços sinto o vazio no teu lado da cama, o frio dos lençois relebra-me a tua saída na madrugada escura. Sinto um pequeno aperto no peito ao levantar-me para a solidão do dia.
Sentir o aroma dos teus cabelos na almofada reconforta-me e relembra-me o abraço de amor que vivemos horas antes.
Uma fotografia tua espreita com um sorriso maroto do fundo do quarto e revivo brincadeiras enamoradas.
O teu perfume paira no ar da casa, marcando a tua presença recente, nesse momento envolvido pelo manto da tua recordação confirmo o quanto gosto de ti.
Luto contra o desespero de não te poder beijar já, e aconchego o meu coração só na recordação dos teus lábios quentes e suaves.
Relembro um beijo de fugida, um contacto doce de lábios quentes, a suavidade da tua pele na minha face, um toque teu no meu braço e a fragilidade das tuas costas nas minhas mãos. Relembro o calor no peito que senti naquele último olhar de despedida e sinto que vou resistir à solidão do dia porque tudo o que me envolve tem Sabor a Ti...
Beijo Doce
oPA
Monday, June 12, 2006
Faz um ano...
Noutro dia, no meio de uma multidão não te vi mas lembrei-me que faz um ano que te conheci...e foi, um dos melhores anos...
Mantive-me em silêncio, no meu canto discreto observando a suavidade e a beleza com que a vida corre em ti. Nos nossos contactos guardo bem fundo o que sinto e disfarço com descontracção e brincadeira a traição da ternura nos meus olhos.
Segui de perto os teus sucessos e insucessos, maravilhado com a força com que vences barreiras e a leveza com que acolhes um elogio.
Perto de ti observo-te de longe refugiando-me no meu medo de me aproximar aterrorizado com a ideia que um dia descubras o que sinto e nem como amigo me queiras.
Como um dia de inverno no verão, em que o desconforto do frio é compensado com uma claridade linda e com a certeza de um dia quente amanhâ ou depois, tu consegues esses extremos comigo e deixas-me perdido na minha existência cinzenta e descolorida.
Vivi muito tempo numa ilusão de felicidade, mas só confrontado com a tua força e alegria constato que me falta o mais importante... Tu!
Mantenho-me escondido na sombra com o intuito de te proteger (e a mim também), a conviver contigo aberta e descontraidamente, vou absorvendo as tuas pequenas alegrias primaveris e espero se possível evitar um inverno mais rigoroso.
Talvez por cicatrizes do passado eu escude o meu peito, quem sabe um dia eu quebre o medo de me expôr e me mostre sem a rigidez falsa desta armadura protectora.
Quem sabe...
Beijo
oPA
Mantive-me em silêncio, no meu canto discreto observando a suavidade e a beleza com que a vida corre em ti. Nos nossos contactos guardo bem fundo o que sinto e disfarço com descontracção e brincadeira a traição da ternura nos meus olhos.
Segui de perto os teus sucessos e insucessos, maravilhado com a força com que vences barreiras e a leveza com que acolhes um elogio.
Perto de ti observo-te de longe refugiando-me no meu medo de me aproximar aterrorizado com a ideia que um dia descubras o que sinto e nem como amigo me queiras.
Como um dia de inverno no verão, em que o desconforto do frio é compensado com uma claridade linda e com a certeza de um dia quente amanhâ ou depois, tu consegues esses extremos comigo e deixas-me perdido na minha existência cinzenta e descolorida.
Vivi muito tempo numa ilusão de felicidade, mas só confrontado com a tua força e alegria constato que me falta o mais importante... Tu!
Mantenho-me escondido na sombra com o intuito de te proteger (e a mim também), a conviver contigo aberta e descontraidamente, vou absorvendo as tuas pequenas alegrias primaveris e espero se possível evitar um inverno mais rigoroso.
Talvez por cicatrizes do passado eu escude o meu peito, quem sabe um dia eu quebre o medo de me expôr e me mostre sem a rigidez falsa desta armadura protectora.
Quem sabe...
Beijo
oPA
Monday, March 20, 2006
SozINhO
O frio penetrava os o fecho apertado do casaco, caminhava já há alguns minutos em direcção a lado nenhum... Perdido nos meus pensamentos, a chuva escorria pelo cabelo e face sem que notasse, a sua frescura na pelo é o unico sinal de que ainda por cá ando.
Cruzo-me com estranhos e no meio das suas caminhadas frenéticas são indiferentes à minha tristeza, ao meu ar pesaroso. Passam por mim alheios ao que me aconteceu, nas suas vidas perdidas nem se apercebem do que os rodeia nem sequer que estou presente.
Sou um desconhecido que vagueia numa manhâ de chuva no meio da multidão...Ainda bem, vou em direcção ao futuro como única esperança, certo que vou ter a árdua viagem do tempo, à espera que tudo cure.
O vento fresco na cara molhada, o indiferença alheia, o caminhar pesado e lento sem destino...tudo porquê?
Estou só! Perdi-te!
Beijo
oPA
Cruzo-me com estranhos e no meio das suas caminhadas frenéticas são indiferentes à minha tristeza, ao meu ar pesaroso. Passam por mim alheios ao que me aconteceu, nas suas vidas perdidas nem se apercebem do que os rodeia nem sequer que estou presente.
Sou um desconhecido que vagueia numa manhâ de chuva no meio da multidão...Ainda bem, vou em direcção ao futuro como única esperança, certo que vou ter a árdua viagem do tempo, à espera que tudo cure.
O vento fresco na cara molhada, o indiferença alheia, o caminhar pesado e lento sem destino...tudo porquê?
Estou só! Perdi-te!
Beijo
oPA
Saturday, January 28, 2006
o AdEUs
Minha querida,
O momento chegou, a partida está próxima e a saudade já aperta.
Vão ser longas as horas e os minutos, longe de ti sem nada como companhia a não ser as estrelas e a Lua para me recordar o teu olhar.
Inicio esta viagem com o peso no coração de te deixar, certo que a inevitabilidade do meu destino, me dá força para suportar a separação dos nossos corpos. Eu e tu apesar de fisicamente distantes, unidos estamos com base no que sinto por ti.
O frio escuro da noite nesta viagem solitária, apenas é tolerado nas recordações do calor do teu corpo, e na ternura das tuas carícias que acompanharão sempre a minha saudade e iluminarão os meus caminhos.
Cada minuto que passa marca menos um minuto longe de ti, és toda a minha razão...Sem ti eu não sou...
Beijo doce de despedida, certo que a candeia da minha viagem é a esperança de voltar a cair em teus braços.
O momento chegou, a partida está próxima e a saudade já aperta.
Vão ser longas as horas e os minutos, longe de ti sem nada como companhia a não ser as estrelas e a Lua para me recordar o teu olhar.
Inicio esta viagem com o peso no coração de te deixar, certo que a inevitabilidade do meu destino, me dá força para suportar a separação dos nossos corpos. Eu e tu apesar de fisicamente distantes, unidos estamos com base no que sinto por ti.
O frio escuro da noite nesta viagem solitária, apenas é tolerado nas recordações do calor do teu corpo, e na ternura das tuas carícias que acompanharão sempre a minha saudade e iluminarão os meus caminhos.
Cada minuto que passa marca menos um minuto longe de ti, és toda a minha razão...Sem ti eu não sou...
Beijo doce de despedida, certo que a candeia da minha viagem é a esperança de voltar a cair em teus braços.
Tuesday, December 20, 2005
o RegREssO
Foram horas de viagem...
O cansaço estava presente em todas as partes do meu corpo mas a ideia de te ver novamente
deu-me a energia que precisava para percorrer os últimos kilometros até tua casa...
Um abraço envolvente fez-me esquecer de imediato todas as saudades que senti ao longo da
viagem, fiquei completo novamente e o vazio que sentia há 15 dias desapareceu.
Não foi preciso falar, uma troca de olhares foi suficiente para perceber a falta e as
saudades que sentimos um do outro. Com um leve sorriso percebeste que a viagem correu bem
mas que só agora é que estou pleno outra vez...
Um beijo longo e suave aconchegou a nossa alma e num interminável carrossel de carícias
partilhamos os nossos corpos até um terno abraço relaxado...
O uso de palavras não é suficiente para descrever o arco-iris de sentimentos.
Os teus cabelos pousados no meu ombro e sentir a tua respiração doce no meu pescoço, enchem
o meu coração de paz. O tempo dissolve-se e os minutos parecem horas de doçura. Em silêncio olhamos para o vazio e
gozamos a proximidade dos nossos corpos sem dizer uma palavra com o medo de perturbar a
perfeição dos sentimentos e do momento que vivemos.
Fecho os olhos e gravo o que sinto numa recordação forte que me permita sobreviver a uma
próxima viagem sem ti...
Beijo doce
O cansaço estava presente em todas as partes do meu corpo mas a ideia de te ver novamente
deu-me a energia que precisava para percorrer os últimos kilometros até tua casa...
Um abraço envolvente fez-me esquecer de imediato todas as saudades que senti ao longo da
viagem, fiquei completo novamente e o vazio que sentia há 15 dias desapareceu.
Não foi preciso falar, uma troca de olhares foi suficiente para perceber a falta e as
saudades que sentimos um do outro. Com um leve sorriso percebeste que a viagem correu bem
mas que só agora é que estou pleno outra vez...
Um beijo longo e suave aconchegou a nossa alma e num interminável carrossel de carícias
partilhamos os nossos corpos até um terno abraço relaxado...
O uso de palavras não é suficiente para descrever o arco-iris de sentimentos.
Os teus cabelos pousados no meu ombro e sentir a tua respiração doce no meu pescoço, enchem
o meu coração de paz. O tempo dissolve-se e os minutos parecem horas de doçura. Em silêncio olhamos para o vazio e
gozamos a proximidade dos nossos corpos sem dizer uma palavra com o medo de perturbar a
perfeição dos sentimentos e do momento que vivemos.
Fecho os olhos e gravo o que sinto numa recordação forte que me permita sobreviver a uma
próxima viagem sem ti...
Beijo doce
Tuesday, November 15, 2005
eSCondIdO

A suavidade de um linho branco num sorriso fresco e a leveza nos ombros esguios fazem-te forte e imponente...
Estou pequenino a olhar para ti, reduzo-me perante os teus olhos e questiono-me... Serei digno?
Na tua sensualidade e no teu carinho experimentado à distância, revejo a minha vontade de te abraçar e tocar, relembro vezes sem conta os curtos contactos de um cumprimento perdido no tempo. De longe continuo a observar...
Disfarçado nas circunstâncias, permaneço na sombra feliz apenas por estar perto...
Beijo
o PA
Tuesday, November 08, 2005
deSeJO
A noite gelava enquanto caminhava para o carro... A luz magra dos candeeiros de rua embaciava com a ligeira neblina da madrugada.
Uma interrogação saltava na minha mente. Estou a refugiar-me no trabalho? Porquê? Porque não abraçar os meus desejos...
Este medo porquê? Afinal de contas, o meu coração palpita cada vez que recebo uma mensagem, e no meu intímo surge sempre uma pequena esperança que seja uma mensagem tua...
Tento convencer-me que não és nada para mim, mas a verdade é que quando me sorris marotamente, consegues pôr-me a 200km/h despertando em mim naturalmente um desejo ardente de te possuir...
Tento convencer-me que controlo a situação, mas certo que à mínima manifestação tua, deito para o ar todas as responsabilidades e apenas me preocupam os teus desejos.
Tento convencer-me que tudo é apenas um jogo mas a sedução já lá está. Eu perco-me na vontade de te tocar, acariaciar e acarinhar... enfim, seres minha.
Tento convencer-me de............
Não dá, a noite está mesmo muito fria e a viagem até casa é longa demais para a fazer sem ti.
Beijo
oPA
Uma interrogação saltava na minha mente. Estou a refugiar-me no trabalho? Porquê? Porque não abraçar os meus desejos...
Este medo porquê? Afinal de contas, o meu coração palpita cada vez que recebo uma mensagem, e no meu intímo surge sempre uma pequena esperança que seja uma mensagem tua...
Tento convencer-me que não és nada para mim, mas a verdade é que quando me sorris marotamente, consegues pôr-me a 200km/h despertando em mim naturalmente um desejo ardente de te possuir...
Tento convencer-me que controlo a situação, mas certo que à mínima manifestação tua, deito para o ar todas as responsabilidades e apenas me preocupam os teus desejos.
Tento convencer-me que tudo é apenas um jogo mas a sedução já lá está. Eu perco-me na vontade de te tocar, acariaciar e acarinhar... enfim, seres minha.
Tento convencer-me de............
Não dá, a noite está mesmo muito fria e a viagem até casa é longa demais para a fazer sem ti.
Beijo
oPA
Thursday, October 20, 2005
tRiSte PoR tI...
Não te consigo ver triste...
Porquê? Porque foste tu escolher esse caminho, todos os sinais gritavam proibido... Agora afogo-me na tua tristeza, sinto o coração partir com a tua dor.
Deixa que os meus ombros te escudem do sofrimento da perda, num abraço de carinho e calor. Protege-te no meu peito e deixa o frio da tua mágua ser absorvido por mim. Refugia a tua doçura nos meus braços e eles que aguentem a maldade exterior oferecendo-te o descanso que precisas...
Esquece tudo o que há de mau e envolve-te no carinho que te ofereço, é tudo o que te posso dar...
Infelizmente e apesar de todos os sinais que te dou não sabes quem sou, e estou destinado a sofrer porque tu sofres.
Beijo
oPA
Porquê? Porque foste tu escolher esse caminho, todos os sinais gritavam proibido... Agora afogo-me na tua tristeza, sinto o coração partir com a tua dor.
Deixa que os meus ombros te escudem do sofrimento da perda, num abraço de carinho e calor. Protege-te no meu peito e deixa o frio da tua mágua ser absorvido por mim. Refugia a tua doçura nos meus braços e eles que aguentem a maldade exterior oferecendo-te o descanso que precisas...
Esquece tudo o que há de mau e envolve-te no carinho que te ofereço, é tudo o que te posso dar...
Infelizmente e apesar de todos os sinais que te dou não sabes quem sou, e estou destinado a sofrer porque tu sofres.
Beijo
oPA
Sunday, October 16, 2005
de rELanÇe
O sol brilha fresco de manhâ...Um sentimento de leveza acompanha o meu coração e um sorriso alegra-me a cara. Tudo corre bem.
Uma pausa na caminhada, na espera dum sinal e toda a minha vida muda. No lado oposto da passadeira, ela que personifica a beleza espera o mesmo que eu... a oportunidade de atravessar em segurança, alheia à conquista do meu coração.
Um olhar suave desliza de lado a lado, com o céu nos olhos e o calor do sol no sorriso inicia um caminhar na minha direcção, flutuando levemente passo a passo. A firmeza da sua forma inspira a confiança e a segurança que me faltam para conseguir avançar.
Aproximando-se de mim, a cada passo mostra-me claramente a ondulação de um mar calmo nos cabelos claros como a praia.
Ao passar por mim, sou invadido pelo cheiro fresco de uma manhâ de campo na primavera e no milésimo de segundo que passou e reparou no meu olhar, esboçou um sorriso aberto e quente franzindo ligeiramente o canto dos olhos...
Aconchegado naquele momento, não sei quantas pessoas passaram por mim, a realidade veio aproximando-se lentamente. A constatação de que por momentos vi o paraíso e que este me passou ao lado deixa-me nostálgico...
Estou feliz por pelo menos saber que ela existe... como disse no início, tudo corre bem.
Beijo
oPA
Uma pausa na caminhada, na espera dum sinal e toda a minha vida muda. No lado oposto da passadeira, ela que personifica a beleza espera o mesmo que eu... a oportunidade de atravessar em segurança, alheia à conquista do meu coração.
Um olhar suave desliza de lado a lado, com o céu nos olhos e o calor do sol no sorriso inicia um caminhar na minha direcção, flutuando levemente passo a passo. A firmeza da sua forma inspira a confiança e a segurança que me faltam para conseguir avançar.
Aproximando-se de mim, a cada passo mostra-me claramente a ondulação de um mar calmo nos cabelos claros como a praia.
Ao passar por mim, sou invadido pelo cheiro fresco de uma manhâ de campo na primavera e no milésimo de segundo que passou e reparou no meu olhar, esboçou um sorriso aberto e quente franzindo ligeiramente o canto dos olhos...
Aconchegado naquele momento, não sei quantas pessoas passaram por mim, a realidade veio aproximando-se lentamente. A constatação de que por momentos vi o paraíso e que este me passou ao lado deixa-me nostálgico...
Estou feliz por pelo menos saber que ela existe... como disse no início, tudo corre bem.
Beijo
oPA
Wednesday, October 12, 2005
a CArTa
Querida,
Podia criar mil combinações de palavras neste postal, mas acho que não conseguia exprimir o que sinto...
A saudade do teu sorriso, a ternura do teu corpo, a suavidade do teu beijo. Estou só sem o carinho dos teus olhos quentes que me envoviam num calor doce. Sinto falta das tuas mãos nas minhas e da cumplicidade do teu abraço.
Estou incompleto!!! Nada é o que parece, a comida perdeu o sabor, a música não é melódica, o sol está pálido e o mar trocou o azul por um cinzento triste e monótono. Por favor, volta rápido...
Enfim...tenho saudades...
Podia criar mil combinações de palavras neste postal, mas acho que não conseguia exprimir o que sinto...
A saudade do teu sorriso, a ternura do teu corpo, a suavidade do teu beijo. Estou só sem o carinho dos teus olhos quentes que me envoviam num calor doce. Sinto falta das tuas mãos nas minhas e da cumplicidade do teu abraço.
Estou incompleto!!! Nada é o que parece, a comida perdeu o sabor, a música não é melódica, o sol está pálido e o mar trocou o azul por um cinzento triste e monótono. Por favor, volta rápido...
Enfim...tenho saudades...
Tuesday, October 11, 2005
A Mulher

Olá...
Uma simples palavra que dá início a tanta coisa...Não sei se por falta de tempo ou de vontade, cansado de toda esta correria, senti a necessidade de amar...Mas quem? Porque não a mulher?
E então penso, como é bela com as suas formas, delicadas e suaves, a ondular como um mar de ondas pequenas... A doçura de um sorriso que ilumina um caminho para a alegria. A frescura de um olhar que contrasta com o calor de uns lábios ardentes...
Hummmmm...A Mulher!!! Que força, que presença, o pilar de existência sem o qual o sexo fraco (nós os homens) não conseguiriamos sobreviver.
Deixo aqui um "salvé" a todas as mulheres, por tornarem a minha presença neste mundo a experiência mais agradável que qualquer um pode desejar...
Beijo
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