Sozinho comtemplava a tua distracção relaxada...Na mesa do lado, perdido na tua indiferença inocente, observava a distracção terna dos teus olhos.
Longe dos teus pensamentos, admirava a suavidade dos teus cabelos claros, a ondular frescamente nos teus ombros.
Diverti-me com a tua meninice, cabeça pousada de lado na mesa, a relaxar, como se o teu mundo adulto naquele momento não o fosse.
Sorri para mim em segredo, no desejo da ilusão de ser eu o alvo dos teus pensamentos...e nessa magia de imaginação perdi-me também, como uma criança, em sonhos e alegrias passadas.
Obrigado pela tua doçura desconhecida.
oPA
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1 comment:
Que sabor tem a segurança da distancia... E que confortável é o espaço dos sonhos e das memórias... Aí não há lugar à dor, e mesmo que esteja nas memórias está à distância do tempo e das vivências experimentadas. O que virá do desconhecido?!?
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