A casualidade do encontro não foi inesperada...ao caminhar apressado pressentia que possivelmente te veria, e interrogava-me qual seria a minha reacção.
Apareceste ao fundo do corredor e imediatamente um desconforto irrequieto se apoderou de mim.Os meus olhos saltitaram freneticamente em vão à procura de um pretexto para evitar o teu olhar. Cruzei inseguro a imensidão azul dos teus olhos e de imediato me perdi no veludo do teu olhar. Senti o calor de uma ternura antes sentida e apoderar-se de mim.
Trémulo avancei para ti, e lutando contra os instintos básicos de protecção consegui cambalear o meu coração até ao pé de ti.
Falamos de banalidades sem interesse, os assuntos perdiam-se no escuro do meu subconsciente, e apenas consegui absorver a frescura da tua voz, o arranhar doce do teu timbre no meu ouvido, a vitalidade do teu sorriso e a profundidade doce do teu olhar que me alcançava a alma.
Afasto-me com o sentimento de perda ao ver-te partir indiferente e casual. Fico só por momentos no meio da multidão confusa, e retomo o meu caminhar inseguro agarrando-me aos minutos em que de relance consegui estar perto de ti.
Beijo Doce e Distante
oPA
Saturday, October 21, 2006
Tuesday, October 03, 2006
Parto mais uma vez...
A alegria da viagem é ensombrada pelas saudades que sei que vou sentir. Ainda não parti e já me pesa o coração com a dor da distência que nos vai separar. Não deixo de sentir a tua tristeza silenciosa, como uma amargura presente que me faz sentir culpado pelo que julgo que sofres...
e sofro também.
É uma salada de sentimentos confusos, entre a alegria de partir, a tristeza da saudade... mas sobretudo... a insegurança de te perder...
Vou contigo no coração. Na memória levo o sabor dos teus lábios e o calor do teu corpo... Levo também na bagagem do coração a esperança de te encontrar ao voltar.
Beijo Doce
oPA
e sofro também.
É uma salada de sentimentos confusos, entre a alegria de partir, a tristeza da saudade... mas sobretudo... a insegurança de te perder...
Vou contigo no coração. Na memória levo o sabor dos teus lábios e o calor do teu corpo... Levo também na bagagem do coração a esperança de te encontrar ao voltar.
Beijo Doce
oPA
Friday, September 15, 2006
Preciso amar-te...
Apaixono-me pela frescura da noite que me convida a refugiar-me nos teus braços...
Apaixono-me pelo calor do sol no verão que te traz os ombros desnudados...
Apaixono-me pelos teus labios, suaves e ternos...
Apaixono-me pelo teu sorriso também...
Apaixono-me pelos teus olhos doces, e pelo calor com que me olhas...
Apaixono-me pelo teu corpo, pelas tuas formas e como te enlaças em mim...
Apaixono-me pelas tuas imperfeições, que te tornam única e linda. A tua voz rouca que me risca a alma, a tua barriguinha que acaricia ao tocar-me, o sorriso maroto e desviado com que me acolhes...
Apaixono-me por todos os segundos que passo contigo...
Choro pelo adeus que tenho de dizer... Preciso Amar-te...
...e tu não deixas!
Beijo doce de adeus.
oPA
Apaixono-me pelo calor do sol no verão que te traz os ombros desnudados...
Apaixono-me pelos teus labios, suaves e ternos...
Apaixono-me pelo teu sorriso também...
Apaixono-me pelos teus olhos doces, e pelo calor com que me olhas...
Apaixono-me pelo teu corpo, pelas tuas formas e como te enlaças em mim...
Apaixono-me pelas tuas imperfeições, que te tornam única e linda. A tua voz rouca que me risca a alma, a tua barriguinha que acaricia ao tocar-me, o sorriso maroto e desviado com que me acolhes...
Apaixono-me por todos os segundos que passo contigo...
Choro pelo adeus que tenho de dizer... Preciso Amar-te...
...e tu não deixas!
Beijo doce de adeus.
oPA
Thursday, August 10, 2006
SabOr a Ti...

Um despertar suave, os olhos abrem lentamente e aos poucos apercebo-me da luz e das paredes do meu quarto. Sinto-me repousado e a sensação doce de uma noite bem dormida.
Com o estender de braços sinto o vazio no teu lado da cama, o frio dos lençois relebra-me a tua saída na madrugada escura. Sinto um pequeno aperto no peito ao levantar-me para a solidão do dia.
Sentir o aroma dos teus cabelos na almofada reconforta-me e relembra-me o abraço de amor que vivemos horas antes.
Uma fotografia tua espreita com um sorriso maroto do fundo do quarto e revivo brincadeiras enamoradas.
O teu perfume paira no ar da casa, marcando a tua presença recente, nesse momento envolvido pelo manto da tua recordação confirmo o quanto gosto de ti.
Luto contra o desespero de não te poder beijar já, e aconchego o meu coração só na recordação dos teus lábios quentes e suaves.
Relembro um beijo de fugida, um contacto doce de lábios quentes, a suavidade da tua pele na minha face, um toque teu no meu braço e a fragilidade das tuas costas nas minhas mãos. Relembro o calor no peito que senti naquele último olhar de despedida e sinto que vou resistir à solidão do dia porque tudo o que me envolve tem Sabor a Ti...
Beijo Doce
oPA
Monday, June 12, 2006
Faz um ano...
Noutro dia, no meio de uma multidão não te vi mas lembrei-me que faz um ano que te conheci...e foi, um dos melhores anos...
Mantive-me em silêncio, no meu canto discreto observando a suavidade e a beleza com que a vida corre em ti. Nos nossos contactos guardo bem fundo o que sinto e disfarço com descontracção e brincadeira a traição da ternura nos meus olhos.
Segui de perto os teus sucessos e insucessos, maravilhado com a força com que vences barreiras e a leveza com que acolhes um elogio.
Perto de ti observo-te de longe refugiando-me no meu medo de me aproximar aterrorizado com a ideia que um dia descubras o que sinto e nem como amigo me queiras.
Como um dia de inverno no verão, em que o desconforto do frio é compensado com uma claridade linda e com a certeza de um dia quente amanhâ ou depois, tu consegues esses extremos comigo e deixas-me perdido na minha existência cinzenta e descolorida.
Vivi muito tempo numa ilusão de felicidade, mas só confrontado com a tua força e alegria constato que me falta o mais importante... Tu!
Mantenho-me escondido na sombra com o intuito de te proteger (e a mim também), a conviver contigo aberta e descontraidamente, vou absorvendo as tuas pequenas alegrias primaveris e espero se possível evitar um inverno mais rigoroso.
Talvez por cicatrizes do passado eu escude o meu peito, quem sabe um dia eu quebre o medo de me expôr e me mostre sem a rigidez falsa desta armadura protectora.
Quem sabe...
Beijo
oPA
Mantive-me em silêncio, no meu canto discreto observando a suavidade e a beleza com que a vida corre em ti. Nos nossos contactos guardo bem fundo o que sinto e disfarço com descontracção e brincadeira a traição da ternura nos meus olhos.
Segui de perto os teus sucessos e insucessos, maravilhado com a força com que vences barreiras e a leveza com que acolhes um elogio.
Perto de ti observo-te de longe refugiando-me no meu medo de me aproximar aterrorizado com a ideia que um dia descubras o que sinto e nem como amigo me queiras.
Como um dia de inverno no verão, em que o desconforto do frio é compensado com uma claridade linda e com a certeza de um dia quente amanhâ ou depois, tu consegues esses extremos comigo e deixas-me perdido na minha existência cinzenta e descolorida.
Vivi muito tempo numa ilusão de felicidade, mas só confrontado com a tua força e alegria constato que me falta o mais importante... Tu!
Mantenho-me escondido na sombra com o intuito de te proteger (e a mim também), a conviver contigo aberta e descontraidamente, vou absorvendo as tuas pequenas alegrias primaveris e espero se possível evitar um inverno mais rigoroso.
Talvez por cicatrizes do passado eu escude o meu peito, quem sabe um dia eu quebre o medo de me expôr e me mostre sem a rigidez falsa desta armadura protectora.
Quem sabe...
Beijo
oPA
Monday, March 20, 2006
SozINhO
O frio penetrava os o fecho apertado do casaco, caminhava já há alguns minutos em direcção a lado nenhum... Perdido nos meus pensamentos, a chuva escorria pelo cabelo e face sem que notasse, a sua frescura na pelo é o unico sinal de que ainda por cá ando.
Cruzo-me com estranhos e no meio das suas caminhadas frenéticas são indiferentes à minha tristeza, ao meu ar pesaroso. Passam por mim alheios ao que me aconteceu, nas suas vidas perdidas nem se apercebem do que os rodeia nem sequer que estou presente.
Sou um desconhecido que vagueia numa manhâ de chuva no meio da multidão...Ainda bem, vou em direcção ao futuro como única esperança, certo que vou ter a árdua viagem do tempo, à espera que tudo cure.
O vento fresco na cara molhada, o indiferença alheia, o caminhar pesado e lento sem destino...tudo porquê?
Estou só! Perdi-te!
Beijo
oPA
Cruzo-me com estranhos e no meio das suas caminhadas frenéticas são indiferentes à minha tristeza, ao meu ar pesaroso. Passam por mim alheios ao que me aconteceu, nas suas vidas perdidas nem se apercebem do que os rodeia nem sequer que estou presente.
Sou um desconhecido que vagueia numa manhâ de chuva no meio da multidão...Ainda bem, vou em direcção ao futuro como única esperança, certo que vou ter a árdua viagem do tempo, à espera que tudo cure.
O vento fresco na cara molhada, o indiferença alheia, o caminhar pesado e lento sem destino...tudo porquê?
Estou só! Perdi-te!
Beijo
oPA
Saturday, January 28, 2006
o AdEUs
Minha querida,
O momento chegou, a partida está próxima e a saudade já aperta.
Vão ser longas as horas e os minutos, longe de ti sem nada como companhia a não ser as estrelas e a Lua para me recordar o teu olhar.
Inicio esta viagem com o peso no coração de te deixar, certo que a inevitabilidade do meu destino, me dá força para suportar a separação dos nossos corpos. Eu e tu apesar de fisicamente distantes, unidos estamos com base no que sinto por ti.
O frio escuro da noite nesta viagem solitária, apenas é tolerado nas recordações do calor do teu corpo, e na ternura das tuas carícias que acompanharão sempre a minha saudade e iluminarão os meus caminhos.
Cada minuto que passa marca menos um minuto longe de ti, és toda a minha razão...Sem ti eu não sou...
Beijo doce de despedida, certo que a candeia da minha viagem é a esperança de voltar a cair em teus braços.
O momento chegou, a partida está próxima e a saudade já aperta.
Vão ser longas as horas e os minutos, longe de ti sem nada como companhia a não ser as estrelas e a Lua para me recordar o teu olhar.
Inicio esta viagem com o peso no coração de te deixar, certo que a inevitabilidade do meu destino, me dá força para suportar a separação dos nossos corpos. Eu e tu apesar de fisicamente distantes, unidos estamos com base no que sinto por ti.
O frio escuro da noite nesta viagem solitária, apenas é tolerado nas recordações do calor do teu corpo, e na ternura das tuas carícias que acompanharão sempre a minha saudade e iluminarão os meus caminhos.
Cada minuto que passa marca menos um minuto longe de ti, és toda a minha razão...Sem ti eu não sou...
Beijo doce de despedida, certo que a candeia da minha viagem é a esperança de voltar a cair em teus braços.
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